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Então eu me formei na faculdade (no meio de uma pandemia)

em 11 de agosto de 2020

Já que a banca foi online, tive que usar a criatividade pra fazer a minha foto de "TCC apresentado, fui aprovada!" 
Eis a vida do graduando quarentener 🤣

Sem dúvida alguma, se você perguntar para qualquer jovem como ele sonha concluir uma graduação de longos anos, uma pandemia não fará parte do pacote “sonhos de formatura”. Jamais. Nunquinha mesmo. 

Mas é óbvio que o universo não pergunta para ninguém – que dirá para os formandos – se tá tudo bem liberar um vírus maligno no mundo. A gente que lute, tanto para sobreviver como para se adaptar. 

E foi o que eu e meus colegas de turma fizemos. Apesar de ter que encarar um sistema de aulas e de orientação de TCC online que não nos agradou muito – não me levem a mal, a gente sempre teve plena consciência do privilégio que tínhamos pelo simples fato de poder continuar estudando, mas realmente não foi fácil ter que enfrentar essa virada de 360 graus em pleno último semestre da faculdade – e mesmo com a incerteza de como seria o desenrolar dos próximos meses em meio a essa pandemia, nós seguimos em frente e aceitamos o desafio de concluir a reta final da graduação como fosse possível, afinal, chegamos muito longe para desistir tão perto da linha de chegada. O jeito era continuar nadando sem deixar ninguém morrer na praia. 

No caso de você ser novo por aqui, o curso de graduação que escolhi fazer foi o de jornalismo. Pra quem não sabe, esse curso traz uma carga horária dividida entre matérias práticas e teóricas... Para azar de todos, é óbvio que algumas das práticas que estávamos mais ansiosos para ter acabaram ficando para esse último semestre, o que acabou resultando em uma grande frustração. 

Com esse novo cenário, tivemos que nos virar nos trinta para adaptar essas disciplinas práticas ao novo formato de aulas online. É a velha história da vida dando limões e da gente fazendo uma limonada – ou uma caipirinha, né? Porque dadas as circunstâncias, não tá fácil. 

Resoluções de Vida

em 31 de janeiro de 2018


      Já tem um tempo que me pego pensando e repensando sobre um mesmo assunto. Frequentemente. Sabe aquele barulhinho irritante de pernilongo no seu ouvido bem na hora que você quer dormir? Aquele som incômodo e extremamente persistente, que te obriga a sair da cama pra caçar o bendito mosquito, em busca de paz e sossego? Pois então, digamos que a caçadora em busca de sossego sou eu, e o mosquito em questão é a reflexão a que cheguei, depois de ser azucrinada incansavelmente até tomar vergonha na cara e parar de ignorar esse barulhinho insistente.
     O assunto em questão se faz presente a cada final e início de ano, mas acaba tendo seu valor deixado de lado, ofuscado por toda recente resolução que as listas de metas de ano novo trazem. Todo o glamour do “ano novo, vida nova” e da otimista perspectiva da famosa “primeira página das 365 em branco”. O problema é que todo esse otimismo e determinação em começar o ano com o pé direito e fazê-lo valer a pena se limita, de fato, apenas aos primeiros dias de Janeiro – com sorte, a determinação perdura até o fim do mês, mas isso é bem raro. Como se todas essas famigeradas 365 páginas em branco se resumissem apenas às 30 primeiras. E quanto as 335 restantes? Estão ali só de enfeite?

Impaciência, meu segundo nome

em 15 de dezembro de 2017


Pessoas lindas do meu coração, escrevi essa "crônica" para a aula de redação da faculdade, e como particularmente gostei do meu humor ácido, achei que seria legal compartilhar com vocês. Eu sei que crônicas normalmente contam apenas com o texto corrido, mas eu achei que essa aqui em específico simplesmente PRECISAVA de gifs. Espero que aprovem essa decisão e se divirtam lendo <3 

     No último fim de semana, eu e minha mãe fomos convidadas para uma apresentação de dança de uma prima, a qual comparecemos com muita animação. Chegamos cedo, na expectativa de encontrar bons assentos, afinal, quando se tem miopia isso acaba se tornando um pré-requisito. Mesmo com meia hora de antecedência, o lugar já estava cheio. Tivemos que nos contentar com poltronas das fileiras laterais, mas ainda assim no centro da plateia. Tudo ia bem, com exceção do atraso nada sutil para o início da apresentação.
     Eis que, como se toda a espera já não fosse um teste cruel com a minha paciência, uma mulher sentada na fileira da frente decide estabelecer contato, e me pede para segurar a poltrona ao lado da minha para a mãe dela que estava chegando. Como a boa e gentil cidadã que sou, fiz o meu papel e guardei o lugar para a senhora deselegantemente atrasada... Aquele não foi o melhor momento para me mostrar uma cidadã boa e gentil. Definitivamente não.


Concluindo - Desafio Literário para Meros Mortais 2016

em 30 de novembro de 2017

Olá meus amoooooores!!! Tudo bom com vocês??
Como vocês tem passado esse mais de um ano sem a minha pessoa? Sentiram tanta falta de mim quanto eu senti de vocês? Awwwwwn, venham aqui me dar um abraço!

Imagem de 90s, you, and best friends

Eu sei, eu sei, o fato da blogueira que vos fala viver sumindo não é nenhuma novidade, não é mesmo? Mas essa foi a primeira vez que fiquei tanto tempo longe desse cantinho maravilhoso e purpurinado. Digamos apenas que a faculdade virou bff da minha falta de criatividade e ambas se aliaram à preguiça, que é um ser que realmente ama o meu corpo de uma forma ABSURDA! Então acabou que todas se uniram em um complô contra a minha bela pessoa, o que acabou resultando em mais de um ano sem atualizações por aqui.

Imagem de adam levine, maroon 5, and the voice

Mãaaas, como Rafitcha sempre volta, cá estou toda trabalhada no óleo de peroba na cara para reativar esse blog maravilhoso que tanto amo <3 . E como em 2016 eu havia compartilhado com vocês a criação do "Desafio literário para meros mortais", nada mais justo do que retornar com um feedback de como foi esse desafio. To um pouquinho atrasada? É... considerando que estamos em novembro quase dezembro, e que 2016 acabou já tem 11 meses...

 Imagem inspiradora no WHI 
 Imagem de american, eyes, and gif Imagem de gif


Mas como o que vale é a intenção, então vamo que vamo.

Resenha: Louca por você - A. C. Meyer

em 11 de agosto de 2015



Autora: A. C. Meyer
Série: After Dark (vol. #1)
Ano: 2014
Editora: Universo dos Livros
Páginas: 200

Sinopse: Julie tem dois grandes sonhos: cantar profissionalmente e fazer com que Daniel a enxergue como mulher. Ele é o charmoso dono do badalado bar After Dark e se diz avesso a compromissos, sempre pronto para noitadas casuais. Em uma noite de muito movimento, o estabelecimento se vê sem um vocalista para dar continuidade à programação musical. E Julie é colocada por um dos sócios de Daniel à frente da banda para resolver o problema.
Mas a voz e a presença de palco da nova cantora encantam o público... e também o atraente garanhão. Descontrolado de ciúmes, Daniel está disposto a usar toda a sua autoridade para tirar Julie dos holofotes e dar uma chance ao seu verdadeiro amor. Ele só não contava com as invesidas insistentes de Alan, o sexy guitarrista da banda que resolveu fazer de tudo para conquistar o coração da nossa mocinha.
Será que o sonho de Julie finalmente vai se concretizar com Daniel, ou seu verdadeiro príncipe encantado é o guitarrista sensual?

Resenha originalmente escrita no ano passado.
E não, eu não faço ideia do porquê não a postei antes ]]:
#MistériosDaVida

Confesso a vocês, queridos leitores, que ainda estou me perguntando como vou formular uma resenha digna e, digamos, coerente, desse livro para que vocês possam entender o meu ponto de vista u_u. Primeiramente, eu já adianto uma pergunta a vocês: depois de uma sinopse como essa redigida acima, você classificaria esse livro dentro de qual gênero? Sim, imagino que essa seja a pergunta para começar a resenha.

Já adianto que essa será uma resenha cheia de gifs, entãaaao....

Como sinceridade é a base de tudo, preciso dizer a vocês que comprei "Louca por você" tendo em mente que se tratasse de um new adult. Como os sites de compra online não informam, exatamente, o gênero do livro - o máximo que encontramos é "romance" -, então eu fui meio que no escuro, na maior inocência ou quase isso, seguindo a minha "intuição de leitora" de acordo com a sinopse e capa super fofa e tal...

 


Pois é, meu povo. Digamos que a minha "intuição de leitora" não tá com nada ]: