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Resenha: Minha vida (não) é uma comédia romântica - Lola Salgado

em 22 de dezembro de 2020


Autora: Lola Salgado
Ano: 2018
Páginas: 349
Formato: E-book

Sinopse: Chloe Tavares não aguenta mais assistir de camarote seus planos indo por água abaixo. Já desistiu de três faculdades, cansou de lidar com as implicâncias de tia Célia e, para piorar, ser atendente de telemarketing na CarreTel está longe de ser o emprego dos sonhos (o tarado que telefona diariamente é um dos motivos). Ela precisa tomar uma atitude e dar um jeito em sua vida. Por que, então, não começar com um amor como o das comédias românticas? É o item mais fácil da lista, certo? Porém, ela nem podia sonhar que acabaria sendo amaldiçoada no caminho. E, dentre todas as coisas saindo do controle, talvez a pior seja o fato de o seu melhor amigo, Tales Gentil, começar a provocar coisas esquisitas em seu coração. 


Publicado em 2018 de forma independente na Amazon, “Minha Vida (não) é uma Comédia Romântica” traz a história de Chloe, uma mulher de 25 anos que se encontra um tanto quanto perdida na vida. 

Sendo a filha do meio, ela carrega o estigma de não ser tão bela quanto sua irmã caçula e nem tão bem sucedida quanto sua irmã mais velha. Enquanto ambas parecem estar encaminhadas e já sabendo que rumo seguir, Chloe sente ser a única que ainda não descobriu o seu caminho, o seu propósito na vida – sim, galera, altas crises existenciais. O fato de já ter desistido de três faculdades e de ter uma tia que vive implicando e jogando seu aparente fracasso na sua cara não ajuda muito. E, pra completar, ainda tem um tarado que liga diariamente pro seu trabalho pra atormentar a paz das funcionárias da CarreTel. Realmente, se tem alguém precisando de um banho de sal grosso, esse alguém é a Chloe – que fase, meus amigos. 

Determinada a tomar as rédeas da situação em que se encontra rumo a vida adulta que sempre sonhou, ela decide se inspirar em suas tão queridas comédias românticas e ir atrás do que parece ser o item mais fácil da lista: encontrar o grande amor de sua vida – porque né, molezinha. 

No entanto, como a vida da Chloe (não) é uma comédia romântica e azar nunca é demais, nossa mocinha acaba insultando uma cigana que, em resposta, roga uma praga pra ela, dificultando um pouquinho mais a sua busca – realmente, aquele banho de sal grosso não seria nada mal agora. 

"Droga, por que eu não tinha sorte no amor? Aquele ditado diz sorte no amor, azar no jogo, e vice-versa. Mas eu tinha azar nos dois. Só isso. Não havia um equilíbrio na minha vida."

Para os românticos incorrigíveis, eis aqui o seu post

em 7 de dezembro de 2020

Foto: Rafaela Ferrarezi

Se você chegou até aqui, muito provavelmente se deve ao fato de ter se identificado com o “românticos incorrigíveis” do título. Acertei? 

Bom, considerando ser esse o caso, imagino que na hora de escolher a sua próxima leitura, o romance se mostra uma característica indispensável na história. Acertei outra vez? 

Se a resposta for afirmativa para as duas perguntas anteriores, então você com certeza faz parte do clube dos românticos de carteirinha. Sendo assim, como membro oficial do clube, você sabia que na literatura existem diversos “tipos” de romance? 

A resposta foi “sim” novamente? 

Mas será que você sabe quais são eles? Sim? Não? 

Então vem comigo que eu te mostro!

Resenha: Vidas na Noite - Aione Simões

em 11 de novembro de 2020


Autora: Aione Simões
Ano: 2018
Páginas: 51
Formato: E-book


Sinopse: Um bar pode ser palco para muitas histórias: começos, transformações, pontos finais.
Vidas na Noite é uma antologia com cinco contos de diferentes gêneros – do jovem adulto ao chick-lit, passando por thriller psicológico e erótico – para narrar as diferentes tramas que se desenvolvem simultaneamente em um estabelecimento noturno.
Cada conto, uma emoção. Cada história, uma vida única. Vidas na Noite é um convite para encarar as várias facetas de nossa própria existência. 




Publicado em 2018 de forma independente na Amazon, Vidas na Noite é um compilado de recortes de cinco histórias distintas acontecendo no mesmo dia. O pano de fundo desses acontecimentos se passa em um bar, onde cada um dos personagens aparece em algum momento da noite em meio a um conflito. 

O livro reúne contos com diferentes problemáticas, indo desde os conflitos de autoimagem vividos na adolescência, a traição e o perdão em um relacionamento amoroso, a superação de um relacionamento abusivo, o erotismo de uma noite sem controle, até as incertezas em seguir um sonho quando isso implica em deixar para trás um grande amor. 

Com uma narrativa leve, a autora conseguiu desenvolver cinco propostas de histórias diferentes que, apesar de curtas, conseguem cativar a atenção do leitor. Embora todas elas tenham o seu charme, confesso que a que mais me chamou a atenção foi justamente a escolhida para fechar essa coletânea, intitulada “O começo de tudo”. 

Positivo e Negativo: Motivos para ler "Azar o Seu!", da Carol Sabar

em 25 de maio de 2016

Olá meus amooores! Tudo bom com vocês? ^-^
Já faz alguns dias que eu finalmente tomei vergonha na cara e decidi que já estava mais do que na hora de ler "Azar o Seu!", da Carol Sabar. Afinal, já tem aproximadamente três anos sim, foi isso mesmo que você leu. Eu sei, é uma vergonha que o livro tá parado na estante, esperando pacientemente a sua vez de ser lido e de distribuir o amor contido em todas suas 367 páginas <3.
Então sim, podem me julgar, eu demorei uma eternidade para lê-lo, mãaaas... O importante é que finalmente foi chegada a hora dele, nénão? Então não me julguem muito u_u uashdiuahdiuaiudhasd.

De todo modo, como vocês devem ter notado pelo título, a "resenha" de hoje vai ser um pouquinho diferente do normal. O motivo? Bom, eu confesso pra vocês que mesmo tendo gostado bastante da leitura, sabe-se lá o porquê cargas d'água eu simplesmente não ando conseguindo escrever uma resenha desse livro. Já perdi as contas de quantas vezes eu tentei escrevê-la e o resultado foi basicamente esse:

Imagem de black and white, gif, and hand
#Frustrada </3

Entãaaao, decidi fazer uma “resenha” um pouco diferente, e ao invés de escrevê-la como um texto imenso e bem lindão, vou tentar me arriscar nos temidos – pelo menos pra mim, que falo mais que a boca – tópicos... E espero que eles saiam tão maravilindos quanto texto u_u Rafaela, humildade em pessoa.

Não sei se essa minha ideia vai dar muito certo, mãaaaas, esperança é a última que morre né? u_u. Então, *dedinhos cruzados* e bora lá pra ver no que vai dar! (((:

Resenha: Samantha Sweet, executiva do lar - Sophie Kinsella

em 19 de março de 2016



Título Original: The Undomestic Goddess
Autora: Sophie Kinsella
Ano: 2011
Editora: Record
Páginas: 510

Sinopse: Samantha Sweet é uma advogada workaholic, que não tem tempo para família e amigos. Relacionamentos? Apenas os profissionais, obrigada! É assim até o dia em que ela dá a maior mancada corporativa da sua vida. Desesperada, sai para uma voltinha. Quando percebe, Samantha está diante de uma mansão deslumbrante, e é confundida com uma candidata a doméstica. A advogada, repentinamente, se vê entre panelas, máquinas de lavar roupa e ferros de passar. Será que seus patrões vão desconfiar que contrataram uma advogada formada em Cambridge, com QI de 158?


Depois de muito tempo sem ler nada da dona Kinsella, e depois de muitas tentativas frustradas de iniciar essa leitura, eis que finalmente encontrei o momento certo para ler "Samantha Sweet, executiva do lar". Porque sim, meu povo, eu realmente acredito que pra cada livro da nossa estante exista um momento certo para ser feita a leitura. Caso contrário a coisa não vai pra frente. E foi isso que aconteceu com o livro que venho vos falar hoje.

Foram muitas as vezes em que tirei esse livro da estante - sério, MUITAS. E já estava me frustrando que um livro chick lit da diva maravilhosa suprema Sophie Kinsella me causasse tanta dificuldade pra "engatar" na leitura. Passadas as primeiras 90 páginas da história eu fui me dar conta do porquê eu fiquei travada tantas vezes no começo. E o motivo tem nome e sobrenome: Samantha Sweet.

No começo da história, somos apresentados a uma personagem completamente workaholic, que "programa" cada dia da sua vida em esquemas de 6min - sim, toda a sua vida é cronometrada, já que tempo é dinheiro. E isso me irritou MUITO. Sério gente, no começo do livro eu fiquei com muita raivinha da personagem e toda a sua obsessão pelo trabalho. E infelizmente isso se prolonga por muitas páginas do livro, tendo dificultado a minha "conexão" com a história.

Mãaaaas, como estamos falando de uma história escrita pela diva Sophie, é óbvio que ela daria uma reboladinha e as coisas começariam a ficar mais interessantes. E eis que isso acontece quando nossa especialista no que diz respeito a advocacia, porém um grande zero à esquerda quando o assunto é trabalho doméstico, acaba aceitando o trabalho de empregada doméstica em uma mansão, afirmando ser uma cozinheira nível cordon bleu - quando na verdade mal sabe o que é uma torradeira sim ela está nesse nível de "conhecimentos domésticos". O porquê dela fazer isso eu não posso contar, mas te garanto que essa escolha da personagem é o que vai gerar uma das histórias mais engraçadas e inusitadas de todos os tempos!

"Ela pega a tábua comigo e em dois movimentos ajustou exatamente na altura certa.
- Acho que você usava um modelo diferente - acrescenta com sabedoria enquanto ela se trava de novo. - Cada uma tem seus truquezinhos.
- Sem dúvida! - digo agarrando-me com alívio a essa desculpa. - Claro! Estou muito mais acostumada a trabalhar com uma... uma... Nimbus 2000.
Trish me olha, surpresa.
- Essa não é a vassoura do Harry Potter?
Porra.
Eu sabia que tinha ouvido em algum lugar." 
(Página 179) 

TAG: 7 livros para ler nas férias!

em 3 de janeiro de 2014

Sim meu povo, eu sei que tem 8 livros na foto. E sim, se você não havia percebido você acabou de ir dar uma contadinha básica, nénão? u_u Explico isso mais pra frente (;

Olá meus amoooooores, tudo bom com vocês? *----*
hoje eu vim aqui com uma tag super legal pelo menos eu achei u_u que eu já vi vários blogs e canais fazendo. Ok, se formos analisar bem... eu estou um pouquiiiiinho atrasada, já que já faz um tempo que eu estou de férias >< mãaaas, como diz o meu lema: "Antes tarde do que mais tarde ainda" né? ^-^ kkkkkkkk.
Como eu disse, eu vi várias pessoas fazendo e cada pessoa fez de um jeito. Eu vi gente fazendo com 5, 6, 7 e até 8 livros. Como eu já tinha separado os sete livros, acabei deixando com sete mesmo u_u.

Não faço nem ideia de quem criou essa tag e também não peguei de nenhum blog em especial. E como já deu pra perceber pelo nome, a tag consiste em listar 7 livros que você pretende ler durante as férias. E quando as férias terminarem, voltar pra dizer se conseguiu atingir a sua meta ou não. Vamos ver no que dá né? Então, simbora meu povo! \o

Resenha: Tamanho 42 não é gorda - Meg Cabot

em 3 de julho de 2013



Título Original: Size 12 is not fat
Autora: Meg Cabot
Série: Mistérios de Heather Wells (vol. #1)
Editora: Galera Record
Ano: 2011
Páginas: 411

Sinopse: Heather Wells é uma cantora pop que chegou a um ponto nada desejado da carreira artística: o fundo do poço. Nenhuma gravadora se interessa por suas músicas, ganhou peso e só entra em roupas tamanho 42, o pai está atrás das grades e a mãe fugiu para Buenos Aires com suas economias - e seu agente! Mas quando Heather arruma um trabalho de inspetora em uma faculdade, tudo muda... ou, pelo menos, é o que parece. Um crime inesperado leva-a a uma vida de aventuras e altas doses de adrenalina. Mas a vida de detetive é potencialmente perigosa e alguns riscos podem ser fatais.

Agora me diz se com uma capa e um título desses, você pensaria que a história desse chick lit gira em torno de um assassinato? Pois é, eu também não u_u aushdiuahsiudhashudsad. Sempre que via esse livro por aí, pensava que era uma história totalmente voltada para uma protagonista que vive de regime e tem a autoestima lá em baixo e tudo mais. Devo dizer que me enganei, e muito!

"Às vezes, os jogadores me deixam bilhetes falando de problemas no quarto, em caligrafia que quase não dá para ler, com inúmeros erros de ortografia. Eis um exemplo:
"Cara Heather, teim alguma coisa erada na minha privada. Não dá descaga e fica fazeno baruio. Pur favor, mi ajuda."
Mais um:
"Ao responsávil: eu num cabo na minha cama. Queru cama nova. Valeu."
Juro que não estou inventando." 
(Página 93)

O livro aborda um pouco sobre essa coisa de peso e, por vezes, o quanto é incômodo estar fora dos "limites de magreza" estabelecido pela sociedade o que eu fiquei meio de cara, porque na minha opinião, tamanho 42 reeealmente não é gorda o.o, mas esse não é o assunto principal. E não, também não temos uma protagonista de baixa autoestima, muito pelo contrário.

Heather Wells é o tipo de personagem louca e divertida que nos ganha logo nas primeiras páginas. Mesmo após ser roubada e abandonada pela própria mãe, ter perdido o contrato com a gravadora que fazia parte, além de ter pego seu noivo no flagra com outra mulher, ela não fica se lamentando pelos cantos. Deu a volta por cima e conseguiu se restabelecer na vida, e ok, mesmo não sendo a mesma vida que tinha, ela consegue se manter e continuar com dignidade u_u.
Simplesmente ameeeei o senso de humor da Heather! Sério gente, fazia muito tempo que não conhecia uma personagem tão divertida e otimista quanto ela. Morria de rir com os devaneios e ilusões que ela tinha para o futuro com Cooper, além da super diversidade de cursos que ela tinha vontade de fazer na faculdade. Sabe aquele tipo de personagem carismática e realista? Pois é. Dessa vez não temos uma personagem magrinha e mignon como protagonista, mas uma mulher que faz com que nos sintamos ainda mais próximas da história retratada. Uma mulher que quebrou a cara, e ainda assim consegue ser linda e chamar atenção mesmo usando um número a mais u_u . Gostei muito da Meg ter variado e apostado nesse novo "manequim" ao invés de se manter sempre nos padrões.

"Felizmente deixam que eu fique com o meu sanduíche. É minha única fonte de conforto. Bom, isso e o saco de salgadinhos que comprei em uma máquina no fim do corredor. Não é brincadeira enfiar moedas naqueles buraquinhos com os dedos enfaixados, vou te contar." (Página 319)

Não posso dizer muito sobre os outros personagens, já que a minha opinião variou durante o livro e os acontecimentos, entãaao, se eu disser o que achei pode ser que eu solte algum spoiler dos acontecimentos que fizeram com que eu mudasse a minha perspectiva em relação a eles. Mãaas, eu posso dizer que a Meg soube trabalhar muito bem em cada um deles, dando personalidades bem distintas uma da outra, e dando para cada um uma forma de nos conquistar *.* .

A autora também trabalhou muito bem no mistério da história. Ela conseguiu me deixar louca de curiosidade, e suspeitei de basicamente todo mundo, até mesmo dos pássaros da Sra. Allington u_u ok, talvez nem tanto, mas vocês entenderam o que eu quis dizer, né? u_u kkkkkkk

"(...) Quer dizer, eu compreendo. Eu simplesmente vou ter de abrir a minha PRÓPRIA clínica médica/agência de investigação/joalheria sem a ajuda dele.
Claro que ter filhos sozinha pode ser um pouco mais difícil, mas tenho certeza que dou um jeito."
 (Página 330)

O começo do livro é meio paradinho, mas conforme você vai lendo a história ganha um ritmo bacana e começa a fluir melhor.
Devo dizer que a narrativa me conquistou completamente! É narrado em primeira pessoa, mas a autora conseguiu trabalhar muito bem a forma da narração, o que não deixa a história cansativa ou chata em momento algum. Sabe aquele tipo de escrita em que parece que a personagem está conversando com você? então. Gostei muito disso, pois facilitou ainda mais que eu me situasse na história e me familiarizasse com os outros personagens, além de me afeiçoar muito mais a eles <3.

Fazia muito tempo que eu não passava uma tarde de sexta e mais o sábado inteiro lendo, e fiquei muito feliz de alguma leitura recente conseguir me fazer sentir o que sentia nas minhas leituras de antigamente. O livro conseguiu me prender completamente! Chega em um ponto da história que se torna impossível largar o livro até você ler a última frase, e eu devo dizer que não me arrependi de não ter desgrudado do livro até o fim u_u.

(...) - Não negue, sou um observador experiente, está lembrada? Tem uma ruguinha que se forma entre as suas sobrancelhas quando você está aborrecida... - ele aponta para o meu reflexo. - Está vendo?
Meu Deus. Ele tem razão. Tenho uma ruguinha de preocupação entre as sobrancelhas. Caramba, se eu continuar assim, quando estiver com 30 anos vou parecer uma uva-passa."
(Página 251)

Achei o trabalho gráfico do livro muito digno, e mesmo não estando nas melhores condições peguei na biblioteca da escola... já viu né? T^T, eu consegui ficar apaixonada pela capa rosa super perua linda *u*. As páginas são brancas, o que pode incomodar alguns na leitura, mãaas, pra mim não foi um problema u_u. A editora também teve toda uma atenção no início de cada capítulo, colocando sempre um trecho das músicas da Heather (que me tiraram boas risadas), mas ela pecou um pouquinho na hora da revisão, já que eu achei vários errinhos \: . Ah, vale dizer que o livro não está de acordo com a nova ortografia da língua portuguesa, então não estranhem caso aparecer alguma palavra acentuada ou escrita de forma diferente da que já nos acostumamos [;

"Talvez a Faculdade de Nova York ofereça algum curso para virar freira. Pois é, para abrir mão inteiramente dos homens e abraçar o celibato. Porque está mesmo começando a parecer que esta pode ser a única saída para mim." (Página 301)

Para quem não sabe, a série conta com quatro livros até onde sei não temos um quinto, mas nunca se sabe né? até o momento, sendo que o último quarto chegará às livrarias brasileiras em outubro desse ano *u*

  

Uma leitura mais que recomendada se você curte dar risada, mistério na dose certa, e uma pitada de romance. Acho que mesmo sendo um chick lit e envolvendo essas neuras de peso e tudo mais, o público masculino também vai gostar de "Tamanho 42 não é gorda" pois é uma história muito divertida e gostosa de acompanhar o desenvolvimento. Então, #fikdik (;

"- Você vai encontrar alguém. Só não pode ter medo de se arriscar.
Do que ela está falando? Eu não faço nada além de correr riscos. Estou tentando impedir que um psicopata mate mais uma vez. Já não basta? Preciso de uma aliança no dedo também?
Algumas pessoas nunca ficam satisfeitas."
(Página 151)

Compritchas! #3

em 8 de maio de 2013

Olá meus amores, tudo bom com vocês??? *-----*
já faz um tempo que não faço um post de compritchas né? confesso que eu estou pra fazer esse há um bom tempo, mas eu nunca estava com muita disposição pra editar tantas fotos, muito menos selecionar as melhores e esperar fazer o upload delas aqui pra postagem. Mãaas, já estava na hora né? 
Esses livros foram da minha última compra, em uma dessas promoções loucas da Submarino aaaah Submarino, sempre fazendo as pessoas gastarem horrores, que maldade! e eu admito que extrapolei um pouco, mas fazer o que né? Pra vocês terem ideia de como estou atrasada, os livros chegaram uma semana antes da páscoa *o* poooois é, meu povo u_u. Ah, também vale acrescentar que essa foi a compra realizada na Submarino que chegou mais rápido *.* normalmente, leva quase um mês pros meus livros lindinhos chegarem, mas dessa vez, creio que levou no máximo uma semana *--------* . Espero que aconteça o mesmo com as minhas futuras compras u_u \o.

Então, sem mais delongas, vamos para um biiiiig post, recheado de imagens pra vocês! *u* peço desculpas de antemão pela qualidade de algumas fotos, já que a minha inspiração fotográfica bateu somente a noite ):

Resenha: O Segredo de Emma Corrigan - Sophie Kinsella

em 11 de abril de 2013

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Título Original: Can you keep a secret?
Autora: Sophie Kinsella
Editora: Record
Ano: 2005
Páginas: 383

Sinopse: Emma, uma inglesa perto dos 30 anos, mas longe de uma definição na vida. Na memória ela guarda situações ultraconfidenciais: como perdeu a virgindade enquanto os pais assistiam Ben-Hur na sala de TV, o que pensa sobre o namorado, as peças que prega nos colegas de escritório, seu peso real. Funcionária Júnior da Panther Corporation, uma empresa de produtos energéticos e esportivos com filiais por toda Grã-Bretanha, Emma vai a Glascow participar da reunião de marketing sobre um novo refrigerante, a Panther Cola. O que parecia uma grande oportunidade profissional se transforma num pesadelo. Como se não bastasse ter derramado a bebida num superior, seu voo de volta para casa quase cai. Em momentos de tensão as pessoas fazem as coisas mais estranhas. E Emma Corrigan não é exceção. Acreditando estar a um passo de uma morte trágica, ela conta todos os seus pequenos pecados para o passageiro ao lado. Afinal, qual a probabilidade de vê-lo de novo? Ainda mais com vida?

Mas o destino decide brincar com a protagonista: o avião pousa em segurança e o distinto cavalheiro nada mais é que o fundador e presidente da empresa onde trabalha. E além dos segredos pessoais, Emma abriu o verbo sobre todos os colegas da Panther e suas estratégias para enrolar no serviço. Para recuperar o respeito profissional - e voltar às boas com o pessoal do escritório - Emma se mete nas situações mais inusitadas, quase novelísticas. Mas com as quais todas as mulheres acabam se identificando (www).

Mesmo estando somente na metade de 'Belle' (estou lendo no momento), eu realmente precisava de um livro mais leve para conseguir voltar a me concentrar na leitura. Sabe quando a história já está meio densa e você consegue arranjar desculpa pra tudo, além de aumentar a sua preguiça em pegar o livro pra ler? Pois é. Então pensei: o que melhor do que um chick-lit para aliviar essa preguiça? E, melhor ainda, por que não um da Sophie diva Kinsella? E foi assim que começou o meu vício nesse livro.

"Certo. Preciso me controlar, caso contrário vai ser como na vez que levei a minha afilhada Amy para ver Tarzan, o desenho da Disney, e quando as luzes se acenderam ela estava  dormindo a sono solto e eu chorando baldes, cercada pelos olhos arregalados de um monte de crianças de quatro anos. (Em minha defesa devo dizer que foi bem romântico. E Tarzan era bem sensual)." (Página 360)

Livros que eu Ganhei de Natal! - Parte 2

em 22 de fevereiro de 2013


Olá meus amoooores, tudo bom? *----*
siiim! eu sei que esse post está muito mais do que atrasado, e sim! eu também sei que estava mega sumida e muitos de vocês pensaram que eu tinha sido morta tragicamente a facadas ou uma morte sufocada e disso pra pior... ok, talvez não seja pra tanto, mas o importante é que a Rafitcha está de volta e finalmente com a última parte do momento que vocês mais esperavam... ok, não é pra tanto 2! u_u . 

Eu sei que eu tinha prometido uma segunda parte em vídeo, mas é que os dois vídeos que eu gravei dessa parte, sim meus amores, não foi um mas DOIS vídeos! ficaram muuuito ruins e gigantescos, mesmo cortando várias partes ~.~ sabem como é né? a pessoa aqui se empolga e aí já viu... meia hora pra cima T^T. Entãaaaaao, como eu sei que fica muito cansativo e CHATO de assistir um vídeo gigante, eu decidi tirar várias fotos que até que não saíram tão mal *u* dos livros que chegaram depois do primeiro vídeo, sendo o meu presente de natal da parte do papaizitcho da Rafa aqui *-* . Então, sem mais lenga lenga, vamos as fotos lindjas *----*

Resenha: Fiquei com o seu número - Sophie Kinsella

em 9 de janeiro de 2013


Título Original: I've got your number
Autora: Sophie Kinsella
Editora: Record
Ano: 2012
Páginas: 462

Sinopse: De casamento marcado com o homem perfeito, Poppy Wyatt não podia estar mais feliz... Até, que, numa bela tarde, ela não só perde o anel de noivado (que está na família do noivo há três gerações) como também seu celular. Mas ela acaba encontrando um telefone abandonado em meio a uma grande confusão no saguão do hotel em que está com as amigas. Perfeito! Agora os funcionários podem ligar para ela quando encontrarem o anel. Isso se Sam Roxton permitir, pois o celular de trabalho estava com sua assistente, que deixou o aparelho de lado assim que recebeu uma proposta para virar modelo. O executivo não suporta a ideia de haver alguém bisbilhotando suas mensagens e sua vida pessoal e quer o telefone de volta. Mas, depois de alguns torpedos, Poppy e Sam acabam ficando cada vez mais próximos, e algo com que eles não contavam pode acabar se tornando uma agradável surpresa.

Devo dizer que quando comecei essa leitura, estava com as minhas expectativas lá em cima e tinha certeza que iria adorar a história. Bom, posso dizer que esse livro excedeu todas elas e que sem dúvida alguma entrou para a minha lista de favoritos!

Esse foi o primeiro contato que tive com as obras da Sophie Kinsella, então não tenho como fazer comparações, mas posso afirmar que não me arrependo de já ter comprado outros quatro títulos da autora que inclusive, chegaram ontem! *u*. Uma ótima primeira leitura para o ano de 2013!

Quando começamos a leitura, somos apresentados a Poppy Wyatt, uma mulher que logo de cara percebemos que não é muito amiga da sorte. Após o alarme de incêndio do hotel onde ela e as amigas estavam tomando chá ser acionado, o lugar fica um tumulto tão grande que o seu precioso anel de noivado, depois de passar de dedo em dedo nas mãos solteiras de suas amigas, acaba se perdendo. 
Como se não bastasse o desespero que toma conta de Poppy, seu celular é roubado enquanto ela tenta pegar sinal para ler uma mensagem de alguém que possivelmente poderia ter achado seu anel.

"Não estou ouvindo. Começo a tremer toda. Nunca me senti tão desolada e com tanto pânico. O que vai ser de mim sem o meu celular? Como vou viver? Minhas mãos ficam procurando automaticamente o aparelho no lugar em que costumo colocá-lo no bolso. Meu instinto é mandar uma mensagem de texto para alguém dizendo: "Ai, meu Deus, perdi meu celular!" Mas como posso fazer isso sem um maldito celular?" (Página 18)